A França enfrenta desde setembro uma escalada de protestos que começou com estudantes do ensino médio reclamando de falta de professores e infraestrutura e evoluiu para reivindicações sobre o custo de vida. No sábado, 17 de outubro, os atos deixaram ao menos um morto, cerca de 2 mil pessoas presas e mais de 600 policiais feridos, segundo o Ministério do Interior. Autoridades e rivais políticos acusam o partido França Insubmissa (LFI), de Jean-Luc Mélenchon, de alimentar a violência com discurso confrontador. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu afirmou que a agenda do partido de “instilar violência e caos” ficou exposta.
Mélenchon, que aparece em segundo lugar nas pesquisas para a eleição…
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