A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) tenta afastar o temor de cortes no Bolsa Família depois que uma declaração da coordenadora econômica, Daniella Marques, deu aos adversários um novo argumento para questionar quais despesas o senador pretende reduzir caso seja eleito presidente.
O desgaste chega na semana em que os beneficiários começam a receber o reajuste concedido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adversário de Flávio no segundo turno de domingo (25/10).
O candidato do PL foi às redes negar que pretenda limitar a dois anos o recebimento do benefício pelas famílias e afirmou que o prazo se aplicaria a quem conseguisse emprego ou abrisse um negócio.
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