São Paulo — Quem embarca em ônibus de bairros como Grajaú e Parelheiros, na zona sul de São Paulo, frequentemente encontra adesivos da Transwolff estampados na lataria dos coletivos. Os funcionários das linhas também se apresentam como trabalhadores da empresa. No entanto, a companhia não opera nenhum ônibus da cidade há dois anos e meio.
Desde abril de 2024, quando o Ministério Público de São Paulo (MPSP) revelou a suspeita de ligações entre a Transwolff e a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), a Prefeitura de São Paulo é quem administra as linhas vinculadas à empresa. A licitação para a contratação de uma nova operadora dos coletivos, até agora, sequer foi publicada.
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